Forma e Arquitetura

Confira os projetos executados e em fase de projeto!

João João

Recomento para seus projetos em Foz do Iguaçu

Forma e Arquitetura

55 (045)9103-6111

55 (045)3529-8625

wellinne@hotmail.com

Meios Sustentáveis

Meios Sustentáveis

SUSTENTABILIDADE NA ARQUITETURA.

Por  AsBEA: ( GTS ) Grupo de Trabalho de Sustentabilidade

Em 2007 nós nos transformamos efetivamente em um planeta urbano, pois mais da metade da população mundial passou a viver nas cidades. A urbanização dos países em desenvolvimento vem intensificando-se mais e mais. Em muitas das grandes conturbações do restante do planeta, milhões de indivíduos vivem em condições inadequadas, destruindo vegetações, comprometendo mananciais e ocupando áreas de risco.  Os últimos anos no Brasil, mesmo com  o impacto das crises externas, têm-se caracterizado por um ciclo de desenvolvimento econômico sustentado para a construção civil e deverá permanecer ainda dessa forma por um bom tempo, aumentando a pressão  pela ocupação de mais terrenos. As cidades crescem mais rápido do que antes e tornam-se cada vez mais atrativas para as pessoas. No Brasil mais de 80% da população vive em espaços urbanizados. A aceleração dos processos de urbanização eleva o consumo dos recursos naturais a níveis nunca visto e resulta na consequente geração de poluição e resíduos.

De outro lado, as cidades  com desenvolvimento sustentável caracteriza-se não somente pelas condições adequadas da economia, mas também pela busca da adequação ambiental e social. As soluções a serem alcançadas para essa finalidade deverão ter como base o consenso democrático dos vários atores que compões a vida urbana e estar alicerçadas em uma visão generalista, plural e técnica das disciplinas que irão interagir na formulação desses projetos. Contribuir efetivamente na formulação e construção dessas soluções é papel de URBANISTAS, ARQUITETOS, PROJETISTAS, CONTRATANTES E CONTRATADOS.  A busca por esse objetivo cabe a todos os envolvidos no projeto e na construção do ambiente edificado. É um trabalho coletivo em que todos devem fazer sua parte e, ao mesmo tempo incentivar os demais a fazê-lo. Para tanto, é necessária a transformação na relação entre as partes e entender que o processo de interação e alinhamento de expectativas é fundamental para o sucesso, pois define metas factíveis, reduz atritos, elimina frustações e pode gerar espaços que contribuam para uma cidade mais sustentável. Nesse contexto, amplia-se a importância do planejamento e do projeto para a produção e uso dos espaços construídos, apresentando-se como ferramentas imprescindíveis para a redução de impactos socioambientais negativos na fabricação dos materiais de construção, na produção em canteiro de obra, na implantação do empreendimento, na operação da edificação e na sua demolição e deposição dos resíduos finais. Não podemos esquecer que, com a ocorrência de mudanças climáticas, a mitigação dos impactos dos fenômenos resultantes nos ambientes construídos será mais eficiente se precedida de avaliações em que os parâmetros de projeto incorporem essas novas realidades. Entendemos que a falta de qualidade do projeto compromete a sustentabilidade do espaço construído. Assim necessariamente, antes de uma obra sustentável existirá sempre um bom projeto específico. E então surge a questão: “O que é esse projeto sustentável, quais são suas características e sua abrangência, qual seu objeto de trabalho que desempenho e escopo para que possa ser qualificado dessa forma. ? “  Movido por essa constatações, reflexões e indagações, um grupo de associados à AsBEA organizou em 2006 o GTS (Grupo de Trabalho de Sustentabilidade da AsBEA) Implantado em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Leia mais em  http://www.asbea.org.br